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ProjetoPlaneta Azul

“Vamos salvar a ecologia?” “Salve o verde!” “Respeite a natureza”... Frases como estas ouvimos todos os dias, principalmente nos meios de comunicação de massa. São expressões, no entanto, que na maioria das vezes vêm nos indicar o modismo com que são tratadas as questões relacionadas ao meio ambiente.

Ecologia tornou-se moda. Mas será que a Ecologia ou meio ambiente dizem respeito somente à natureza? Nós, como educadores, devemos explicar apenas como funcionam os ciclos naturais e incentivar nossos alunos a respeitarem a natureza, ou ensinar a fotossíntese e comemorar o Dia da Árvore?

Atualmente, certamente, descobrimos que isso mão basta. Sim, precisamos ir além no trabalho de educação escolar. A preocupação com a preservação do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida tornou-se algo cotidiano e a Educação Ambiental se apresenta como um campo de estudos preocupado com a formação de pessoas conscientes do planeta em que vivem. Quando trabalhamos a Educação Ambiental, não significa que devemos apenas falar sobre meio ambiente, mas sim abordar as complexas relações de interdependência entre os diversos elementos da natureza – da qual fazemos parte e somos capazes de conhecer e transformar – assim como, também, é preciso entender que nós não nos relacionamos com a natureza apenas como indivíduos, mas principalmente por meio do trabalho e de outras práticas sociais e que, portanto, as relações de todos nós com ela têm dimensões econômicas, políticas e éticas. 

Todos os dias nos vemos frente a evidências de alterações graves no equilíbrio ambiental, com consequências quase sempre negativas para os seres vivos. E isso não se refere apenas a questões físicas (poluição atmosférica, alterações climáticas etc.), mas também a questões sociais (super população e problema da fome, por exemplo). E nos perguntamos: aonde iremos chegar se continuarmos agindo da mesma forma que o fizemos até aqui, com base nas mesmas concepções?

Como professores e responsáveis pela educação de crianças, nos sentimos duplamente comprometidos com esta situação: além do compromisso, como cidadão, de cuidar do ambiente em que vivemos para que as novas gerações também possam nele viver e satisfazer suas necessidades, questionamo-nos sobre o nosso papel no processo de conscientização e sensibilização dos alunos, para que eles possam, não só continuar cuidando, mas avançar na forma de se relacionar com o ambiente.

Não visamos apenas oportunizar a construção de conhecimentos sobre o tema - sobre o ambiente, seus problemas e necessidades -, mas construir posturas e formas alternativas de relação com ele, na perspectiva de rever o modelo de desenvolvimento que nossa sociedade criou, entendendo a complexidade das inter-relações que acontecem neste processo. Devemos, ainda, promover “experiências significativa de vida” e movimentos coletivos que tratem de buscar formas de resolução dos problemas “de verdade”, através da vivência, junto com o estudo e a reflexão, valores e posturas de sensibilidade, solidariedade, cidadania responsável e cooperação, bem como capacidades de formular perguntas e problemas, de observar e pesquisar, de trabalhar em equipe e de buscar ou criar soluções. Assim, para além de estudos teóricos, são necessárias pesquisas de campo, ações práticas, acreditando que precisamos não só desenvolver “consciência”, mas atitudes/comportamentos

ambientais.

O desejo de viver em um mundo melhor, mais pacífico, fraterno e ecológico é universal. Entretanto, percebemos que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece “no outro”. Por exemplo: preferem esperar que um vizinho ou amigo convide para plantar uma árvore ou começar uma coleta seletiva de lixo, em vez de tomar a iniciativa. Há também os que acham mais fácil reclamar que ninguém ajuda ou que o poder público não age, mas não se perguntam se estão fazendo a sua parte em defesa do nosso planeta.

A formação do comportamento ecológico não se dá no vazio, no discurso, nas promessas e ameaças, e é fundamental investir nas crianças, uma vez que elas se encontram em processo de formação. Portanto, é importante que a escola, como espaço expressivo de educação, imbua-se da co-responsabilidade de promover a compreensão da natureza como um todo dinâmico, objetivando que as crianças percebam-se seres integrantes com compromissos em relação ao meio ambiente e à natureza. Sabemos, contudo, que a consciência ambiental faz-se de compromissos diários para com o mundo no qual vivemos. E é nesse vasto mundo ecológico que convidamos as crianças a adentrar e dar sua contribuição para a preservação do nosso planeta. E é necessário conhecer todas as formas de manifestação da vida respeitando-as e conservando-as em equilíbrio. E eis o nosso maior desafio: garantir que os progressos científicos, tecnológicos e econômicos sejam promovidos e m benefício de todos, de forma justa e ambientalmente sustentável.

Quer ventilar pensamentos?!  Muitas pessoas não valorizam seus bens materiais porque muitas delas não pensam antes de comprar, compram o que não precisam. Isso contribui para aumentar os resíduos orgânicos e inorgânicos, e o pior é que esses resíduos recicláveis nem

são separados.

Henrique, Amanda e Júlia (4º ano “A”)

Você sabia que a natureza é importante para nós? A natureza é importante para toda a biodiversidade, porque ela tem componentes muito importantes para a nossa sobrevivência. E esses componentes estão acabando: As pessoas não estão reciclando seus lixos e cada vez poluem mais o ar. Querem acabar com a destruição? Utilizar materiais que podem ser usados novamente, pois isso evita a destruição de natureza! Replantar árvores em parques, casas! Tentar não andar sempre de carro, pois se o lugar for perto dá para ir de bicicleta! Evitar tomar suco de caixinha, porque ele faz mal para o meio ambiente e para nós! Tomar banho rapidamente, para economizar água!

Laura, Larissa e Bruna (4º ano “B”)

Quando descartamos o óleo que nossa mãe utilizou, não podemos jogar na pia, porque quando está descendo para o esgoto, no caminho, o óleo gruda no cano e vira uma massa tipo chiclete, além de poluir a água. Podemos descartar o óleo guardando–o em garrafas para reutilizá-lo, fazer sabão. Você sabia que alguns supermercados de Goiânia já fazem troca de 2 a 4 litros de óleo usado por 2 detergentes pequenos ou 1 grande?! Fique ligado!

Marcela, Gustavo e Jordânia (4º ano “A”)

Lixo é uma coisa que se varre de casa, da rua e joga-se fora. Mas o material inorgânico é uma coisa que não é orgânica, é sem vida. Orgânico é material com vida, que é relativo ou derivado de organismos vivos. Quase todas as pessoas dizem que os resíduos que produzimos é lixo, mas não é verdade. É porque um resíduo orgânico pode ser reutilizado para virar planta novamente. As plantas podem ser plantadas nesse “produto”. Os resíduos inorgânicos são materiais que podem ser reciclados, reutilizados... Podem virar mangueiras, folhas de papel, embalagens etc.

João Vitor (4º ano “B”)

Um dia desses na escola aprendemos a fazer a compostagem. Usam-se palha seca, resíduos de animais, restos de comida. Os resíduos orgânicos geram hidrogênio e carbono que, misturados com água e ar, viram adubo. Faça você mesmo a compostagem em sua casa, você vai ajudar o meio ambiente.

Luca e Victor Hugo (4º ano “A”)

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